Adeus, Nelson Rolihlahla Mandela. Descanse... finalmente.
E eu
Sigo desesquecendo.
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18:48
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No cabide: outono
Brooklyn, Nova Iorque, 2 de março de 1942 — Long Island, Nova Iorque,27 de outubro de 2013
... caminhando agora pelo verdadeiro lado selvagem...
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21:35
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No cabide: outono
Com a morte de Hugo Chavez, seus inimigos na mídia (internet incluída) despejam um repelente caudal de jubiloso mau gosto, temperado com as calúnias de sempre.
Respeito pelo pesar do povo venezuelano? Por quê? Quem despreza seu próprio povo não haverá de gastar lágrimas com gentes estrangeiras.
... a não ser, é claro, que sejam as vítimas de supostos atentados terroristas fabricados no “1° mundo”...
Esse não é um obituário de Chavez - muito já foi escrito sobre ele, contra e (nem tanto) a favor. De minha parte, estou do lado dos “a favor”: reconheço nele um verdadeiro líder para um povo verdadeiro; que isso baste como eulogia.
Essa é uma manifestação de simpatia pelo povo venezuelano, que sabe quem foi seu líder, o quanto custaram as suas conquistas e o que vem pela frente: a Brigada das Trevas se prepara, impaciente, para atacar. Para ver a Venezuela de novo de joelhos, nas mãos dos sanguessugas de sempre.
Covarde ela própria, a Brigada das Trevas não suporta os corajosos.
Não há de encontrar uma massa submissa, porém; esse povo já mostrou que sabe se defender. Os ataques terão de ser mais duros, mais insensatos, mais covardes que de costume; quem vencerá... veremos.
Mas a lição de amor e coragem já está dada, para quem quiser - e quem não quiser - ver.
E até mais ver, Hugo.
Após longos anos de rancor impotente, eles finalmente se vingam.
Saudações, bravos!
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13:27
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No cabide: outono
... e então o mundo não acabou, né?
... ok... então EU MESMO vou ter que acabar com essa merda, certo?
Tudo bem então!
Adeus!
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22:00
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No cabide: outono
Mais uma se passou e eu não topei com o Jason Voorhees, nem fui crucificado...
... não parece um dia tão azarado assim, afinal.
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22:07
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No cabide: outono
Eu não consigo lembrar o que quero.
Eu não posso esquecer o que eu tento.
Triste sina essa minha.
Feliz Fim dos Tempos a todos.
Bem... veremos...
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21:29
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No cabide: outono
... exceto as dos bancos, dos exércitos, da mídia, das bolsas de valores, dos prédios executivos, legislativos e judiciários, dos hipermercados transnacionais, das galerias de arte...
... agora, cá entre nós, haverá quem apague suas luzes.
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20:19
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No cabide: outono
Contactar todos os meus amigos (pois o são para mim) de blog e por a "conversa" em dia.
Só quero ver se consigo...!
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No cabide: outono
Singulariclast 15 mg e Outros Venenos(Ensaios sociológicos anarquistas)
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Aqui ainda estou, para nossa surpresa!
Quando iniciei este blog, não sabe o rumo que tomaria... e ainda não sei!
Só o que sei é que ele tem me dado mais alegrias nos seus dois anos de existência que nos meus quarenta e seis de idade. E muito disso tem sido pelos poucos mas inestimáveis leitores que aqui vêm de vez em quando. Só peço perdão pela falta de reciprocidade; não é intencional, acreditem.
Continuo tentando agir direito, mesmo sem talento para tanto.
E que mais posso dizer senão OBRIGADO!
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No cabide: outono
Todas as melodias que eu capto no vento, no chão, na chuva, nas paredes, nas vozes...
Todas as harmonias que passeiam pela minha mente que passeia por mentes alheias...
Todos os ritmos que chacoalham meu exausto corpo de fogo...
... tudo o que eu não sei traduzir em música.
Nem o sono se parece tanto com a morte quanto isso!
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No cabide: outono
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Lá vamos nós abraçar o Eterno Retorno por mais 365 dias.
Ano que começou como os outros: festas e catástrofes misturadas. Esperanças e medos misturados. Solidão e companhia misturados.
Tudo misturado, como sempre... Bem, assim somos nós.
Aproveitemos o máximo do que vier!
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No cabide: outono
Apesar de esse ter sido mais um ano tumultuado na história deste blog, não deixei de considerar meus colegas e leitores fazendo...
... bem... digo...
É claro, tivemos algumas postagens dignas de nota, como por exemplo...
... ahn... hmm...
Ora! Estivemos atentos ao que se passou ao nosso redor...
... é... eu...
Bem, feliz 2010, amigos!
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No cabide: outono
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No cabide: outono
É bastante simples e, apesar disso, altamente eficiente: eu tento imaginar o que os leitores gostariam de ler, penso no que eu gostaria de escrever, me pergunto como poderia alcançar ambos os objetivos simultaneamente, ligo o computador e escrevo a primeira besteira que me vem à cabeça...
Eu sei, ninguém perguntou; apenas quis deixá-la registrada: assim, posso esquecê-la tranquilo.
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19:31
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No cabide: outono
Na introdução do livro “Smoke and Mirrors”, Neil Gaiman escreve:
“... e eu me pergunto de onde vêm as histórias.
É o tipo de pergunta que você se faz quando sua profissão é inventar coisas. Eu ainda não estou convencido de que essa seja uma atividade adequada para um adulto, mas agora é tarde demais: pelo jeito tenho uma carreira de que gosto e que não envolve acordar cedo de manhã. (Quando eu era criança, adultos me diziam para não inventar coisas, me prevenindo do que aconteceria se eu o fizesse. Até onde posso perceber, inventar coisas parece envolver muitas viagens ao estrangeiro e não ter de levantar cedo de manhã.)”
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No cabide: outono
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No cabide: outono